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O cangambá (Conepatus semistriatus) é um dos poucos predadores, que ameaça os sentidos de quem ele se sente ameaçado. Sempre que é necessário, esta pequena criatura de quatro patas consegue impor uma atitude de “Alto lá! Sabe com quem está falando?”. Ela obriga o observador a respeitar o seu espaço, utilizando como arma de defesa a secreção de um líquido de odor bastante desagradável.
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Dono de uma pelagem preta ou marrom-escuro, com duas listas brancas que correm por cima do dorso da cabeça à cauda, é geralmente confundido com os gambás, apesar de não ter nenhum parentesco com esses marsupiais, que pertencem à infraclasse Marsupialia.
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O cangambá, também conhecido como jaritataca, é um pequeno mamífero carnívoro da família Mephitidae, comum nos cerrados, campos e caatinga e, inclusive, pode ser visto na Reserva Natural Serra do Tombador. São animais onívoros, alimentando-se principalmente de insetos, pequenos vertebrados e frutos.
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As glândulas de almíscar, responsáveis pelo mau cheiro, são grandes e se localizam na base da cauda. Entretanto, o cangambá não produz constantemente o líquido mal-cheiroso, utilizando-o apenas em último caso. Quando realmente em perigo, o cangambá ergue suas patas traseiras no ar e dobra o corpo como se fosse uma letra C, esguichando sua arma química sobre quem o está incomodando. O líquido provoca ardor nos olhos e narinas.
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São também animais solitários, unindo-se ao sexo oposto apenas durante o período de reprodução. A época de acasalamento vai de fevereiro a março. O período de gestação dura de 60 dias e as ninhadas são de quatro a cinco filhotes.
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Veja fotos desse simpático bicho aqui!
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