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    notes Originalmente, a Mata Atlântica tomava quase todo o território brasileiro. Dá pra imaginar? Essa mata percorria o litoral de ponta a ponta, ocupando uma área de 1,3 milhão de quilômetros quadrados e era a segunda maior floresta tropical úmida do Brasil.

O desmatamento da Mata Atlântica começou já na época do descobrimento, com a exploração desordenada do pau-brasil – que hoje está praticamente extinto –, seguida pela exploração agrícola com o cultivo de cana-de-açúcar no nordeste e café nas regiões sudeste e sul, o que causou grandes desmatamentos e destruiu florestas inteiras. 

Mas foi no século XX que houve uma intensificação no desmatamento, por conta da agricultura, da ocupação urbana e do aumento da eficiência das técnicas usadas para desmatar. Atualmente, quase 90% da Mata Atlântica original foi extinta e a pequena parte que restou ainda corre risco de ser destruída.
 
A Reserva Natural Salto Morato é um destes pedaços sobreviventes de Mata Atlântica, que é protegido pela Fundação Grupo Boticário. A história da Reserva é parecida com as das demais florestas: nas áreas planas, os antigos proprietários desmataram para fazer pastagens e explorar madeira. Os locais com acesso mais complicado (em aclives e topo de morros) ficaram praticamente intocados, para a nossa sorte. Hoje as áreas exploradas se recuperam em todos os lugares da Reserva. 
 
O objetivo é que toda a área da Reserva volte a ser coberta por florestas semelhantes às originais, mas sabemos que esse processo irá demorar bastante tempo em algumas áreas. Para ajudar, retiramos a vegetação que compunha as antigas pastagens e plantamos árvores nativas. Quem visita a Reserva acompanha esse desenvolvimento de perto e vê como a natureza sabe se recuperar com maestria quando não existe interferência da mão predatória do homem. 

Dê uma pausa na correria e vá conhecer Salto Morato. É um pedacinho de Mata Atlântica que pulsa e merece ser visitado! 
 
Serviço:  
 
 • Onde fica? 
A Reserva está localizada a cerca de 20 quilômetros da sede da cidade de Guaraqueçaba (PR) e a 160 quilômetros partindo de Curitiba. 
 
  • Quando ir? 
Dias de sol ou chuva são bons. Quando chove, o volume da cachoeira aumenta e forma um grande show. Em dias ensolarados, aumenta a coragem para entrar na água, que é um pouco fria, mas ótima para um mergulho. Horário de funcionamento: de terça-feira a domingo, das 8h30 às 17h30 (entrada até 16h). 
 
• Quanto custa?
A entrada custa R$7. Para o camping, a diária é de R$10 por pessoa.

Foto: Reprodução 

    Originalmente, a Mata Atlântica tomava quase todo o território brasileiro. Dá pra imaginar? Essa mata percorria o litoral de ponta a ponta, ocupando uma área de 1,3 milhão de quilômetros quadrados e era a segunda maior floresta tropical úmida do Brasil.


    O desmatamento da Mata Atlântica começou já na época do descobrimento, com a exploração desordenada do pau-brasil – que hoje está praticamente extinto –, seguida pela exploração agrícola com o cultivo de cana-de-açúcar no nordeste e café nas regiões sudeste e sul, o que causou grandes desmatamentos e destruiu florestas inteiras. 


    Mas foi no século XX que houve uma intensificação no desmatamento, por conta da agricultura, da ocupação urbana e do aumento da eficiência das técnicas usadas para desmatar. Atualmente, quase 90% da Mata Atlântica original foi extinta e a pequena parte que restou ainda corre risco de ser destruída.

     

    A Reserva Natural Salto Morato é um destes pedaços sobreviventes de Mata Atlântica, que é protegido pela Fundação Grupo Boticário. A história da Reserva é parecida com as das demais florestas: nas áreas planas, os antigos proprietários desmataram para fazer pastagens e explorar madeira. Os locais com acesso mais complicado (em aclives e topo de morros) ficaram praticamente intocados, para a nossa sorte. Hoje as áreas exploradas se recuperam em todos os lugares da Reserva. 

     

    O objetivo é que toda a área da Reserva volte a ser coberta por florestas semelhantes às originais, mas sabemos que esse processo irá demorar bastante tempo em algumas áreas. Para ajudar, retiramos a vegetação que compunha as antigas pastagens e plantamos árvores nativas. Quem visita a Reserva acompanha esse desenvolvimento de perto e vê como a natureza sabe se recuperar com maestria quando não existe interferência da mão predatória do homem. 

    Dê uma pausa na correria e vá conhecer Salto Morato. É um pedacinho de Mata Atlântica que pulsa e merece ser visitado! 

     

    Serviço:  

     

     • Onde fica? 

    A Reserva está localizada a cerca de 20 quilômetros da sede da cidade de Guaraqueçaba (PR) e a 160 quilômetros partindo de Curitiba. 

     

      • Quando ir? 

    Dias de sol ou chuva são bons. Quando chove, o volume da cachoeira aumenta e forma um grande show. Em dias ensolarados, aumenta a coragem para entrar na água, que é um pouco fria, mas ótima para um mergulho. Horário de funcionamento: de terça-feira a domingo, das 8h30 às 17h30 (entrada até 16h). 

     

    • Quanto custa?

    A entrada custa R$7. Para o camping, a diária é de R$10 por pessoa.


    Foto: Reprodução 

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